segunda-feira, 18 de maio de 2015

Quer emagrecer? Relaxe e durma!

Desgrudar-se do celular perto da hora de ir para a cama e dar a esse momento tanta importância quanto se dá à reunião no trabalho pode ser o que falta para você eliminar os quilinhos extras


Você segue um cardápio saudável, malha com frequência, deixa para comer aquele docinho ou libera a bebida alcoólica só no fim de semana - e com moderação -, mas ainda assim não vê o ponteiro da balança baixar? Pois a explicação pode vir de onde menos se espera. Mais especificamente da melatonina, um hormônio conhecido por regular o sono e que, se não for produzido na quantidade ideal, contribui para o aumento do peso. Foi o que mostraram estudos feitos no Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP) e divulgados recentemente. Tudo porque, além de equilibrar o sono, a melatonina é um poderoso regulador da ação da insulina e controla todos os pontos do balanço energético do corpo. "Ela regula a ingestão alimentar, o fluxo de nutrientes e, acima de tudo, o gasto de energia. Com isso, ajuda não apenas a reduzir o peso, como também impede que ele aumente conforme a pessoa envelheça. Esse papel fundamental do hormônio na regulação dos quilos é a grande conclusão desses anos de estudos", diz o professor de fisiologia José Cipolla-Neto, do departamento de fisiologia e biofísica, do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, que estuda o tema há 23 anos e coordenou a pesquisa.

Outra descoberta importante que liga a melatonina ao peso é que ela equilibra a resposta do organismo à atividade física aeróbica, ou seja, ajuda na adaptação do metabolismo ao exercício, de forma eficiente. "Toda vez que nos exercitamos, o metabolismo se altera para dar conta dessa nova atividade. E, na ausência ou redução da melatonina, isso não acontece", diz o professor.

Já o endocrinologista Pedro Assed, membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, no Rio de Janeiro, reconhece a importância dos estudos que associam os níveis adequados de melatonina à manutenção de um corpo mais magro, mas alerta para a necessidade de investigar outros fatores que podem levar ao ganho de peso. "Não dá para pensar que a dificuldade para emagrecer seja responsabilidade apenas da queda na melatonina, ou que, se os níveis desse hormônio estiverem bons, a pessoa não irá engordar", diz o médico, também pesquisador do Grupo de Obesidade e Transtornos Alimentares (Gota), no Rio de Janeiro.


Melatonina em queda livre?

Produzido pelo sistema nervoso central, esse hormônio atinge o pico por volta das 20 horas, quando a noite chega e começa a escurecer. O problema é que, com tantos estímulos visuais de luz, leia-se tablets, smartphones e televisão ligada até altas horas, e a permanência cada vez maior em frente aos computadores do trabalho, há um bloqueio ou a retardação da síntese de melatonina. Isso porque o corpo entende que ainda não está próximo da hora de dormir e, portanto, não é hora de produzi-la. "Esse, aliás, pode ser um dos fatores por trás da epidemia de obesidade da sociedade atual", alerta José Cipolla-Neto. Assim, a tendência é virar uma bola de neve, já que, quanto menos valor se dá ao horário de ir para cama, pior serão os níveis do hormônio e maiores as chances de adquirir distúrbios relacionados ao sono. Entre eles, o ganho de peso. "Vale lembrar que, com o passar dos anos, a melatonina também vai reduzindo, assim como o metabolismo desacelerando, o que é um agravante a mais para a perda de medidas. Então, torna-se ainda mais importante dar atenção ao sono, com o cuidado de mantê-lo o mais saudável possível", diz a pneumologista Dalva Poyares, do Instituto do Sono, de São Paulo.


A polêmica da suplementação

Com os níveis insuficientes de melatonina, uma das saídas seria tomar suplementos para repor o hormônio. Mas, por motivo de uso indiscriminado, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu, há cerca de 20 anos, sua comercialização no Brasil. "Vale ressaltar que estamos falando de um hormônio, por isso a necessidade de ter normas bem controladas para a sua recomendação. O uso com prescrição médica, como uma forma terapêutica, está sendo discutido no país. Para alguns distúrbios do sono, no entanto, o suplemento é liberado pelas sociedades internacionais", comenta José Cipolla-Neto. Em países como os Estados Unidos, é possível comprar o suplemento sem receita. O endocrinologista Pedro Assed afirma que, quando bem indicada, a suplementação traz diversos benefícios à saúde. Porém, se usada excessivamente, pode causar sonolência e dificuldade de concentração.

Daí a recomendação de fazer uso somente à noite, cerca de uma hora antes de dormir. E, diferentemente dos medicamentos, em que a dosagem é calculada de acordo com o peso, a melatonina é um hormônio mais caprichoso: "Cada pessoa tem uma produção diferente, daí a indicação de avaliar os níveis produzidos. Como nem sempre isso acontece, o conselho é tomar a menor dose possível e acompanhar como o corpo se comporta, aumentando caso precise. Tudo com muita cautela", conclui o professor.


Desligue-se já!

A boa notícia é que, segundo o médico e professor José Cipolla-Neto, todos os efeitos decorrentes da perturbação do sono e da produção de melatonina podem ser revertidos. Mas para isso é preciso esforço e você deve colocar algumas atitudes em prática o quanto antes. Elas estão diretamente ligadas à qualidade do seu período de repouso, são recomendadas pelo Instituto do Sono e ainda podem ajudar na perda de peso. Anote:


1. Relaxe o corpo e a mente

Faz meia hora que está deitada e nada de dormir? Sua mente pode estar precisando se aquietar. Vale levantar, ir para outro cômodo da casa, com luz baixa, e colocar uma música relaxante ou fazer uma automassagem, tentando pensar apenas em momentos bons. Feito isso por alguns minutos, volte à cama. Certamente, terá sido uma santa ajuda.


2. Evite malhar a noite

Algumas pessoas só têm tempo para encarar os exercícios nesse período. Se essa é sua única opção, tente deixar o intervalo entre a atividade e o sono maior. Vale chegar um pouco mais cedo à academia ou reduzir em alguns minutos a malhação. O ideal é ter uma pausa de, pelo menos, três horas antes de deitar.


3. Maneire no uso de aparelhos mobile

Apesar de ser tentador e parecer inofensivo levar o celular ou o tablet para a cama, evite ao máximo essa prática. É que, justamente nesses aparelhos, e também nos televisores, são emitidos os comprimentos de onda da luz azul, que controla o ritmo cardíaco e a produção de melatonina. Agora, se parar de uma vez parece muito drástico para você, vale reduzir aos poucos o acesso, optando, inclusive, pelas películas que alguns fabricantes vendem e filtram esse tipo de luz. Alguns estudos mostraram que, se o ambiente noturno estiver com baixa intensidade da luz azul, é possível permanecer conectado à noite sem prejudicar significativamente a produção do hormônio.


4. Cafeína à noite, nem pensar

Chás, chocolate e outras bebidas com essa substância devem ser evitados a partir do início da tarde. Isso porque eles aceleram o metabolismo e torna-se mais difícil tranquilizar a mente e o corpo na hora de dormir.


5. Rotina em dia

É importante ter um horário predefinido para se deitar e levantar diariamente, de forma que o corpo "saiba" quando é hora de estar em atividade ou não. Isso ajuda a melhorar o padrão dos níveis de melatonina.

Fonte: M de Mulher

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Cronodieta é mania na Europa. Veja como funciona!

Ela permite que você coma o que quiser, mas condena os lanchinhos depois de 12 horas. Confira tudo sobre essa dieta que promete bombar em 2015!

A falta de tempo, de recursos ou, inclusive, a dificuldade para lidar com certos alimentos são algumas das desculpas que usamos com maior frequência para evitar levar hábitos de vida saudáveis. Mas, às vezes, até as pequenas modificações podem oferecer grandes resultados.

É o caso da cronodieta ou alimentação com horário restrito (time restricted feeding ou TRF, em inglês) que propõe um estudo médico realizado na Califórnia, Estados Unidos. As investigações começaram em 2012, mas faz apenas um mês que se concretizaram seus resultados, publicados pela revista de divulgação cientifica Cell Metabolism. Elas revelam que não importa o que comemos, mas sim quando o fazemos. Ou seja, nós somos tão obcecados com os produtos que comemos que nos esquecemos da importância de seguir uma rotina.


Não se trata de consumir produtos light, reduzir porções ou mudar nosso menu. Esses elementos podem ser muito úteis pra perder peso e ficar saudável, mas o que é realmente determinante, de acordo com este estudo, são os nossos horários. Assim, em nossa luta anti-quilos ganharemos pontos na balança se limitarmos as comidas a um espaço de tempo entre 9 e 12 horas. Em outras palavras, se você toma café da manhã às 8 da manhã, não deveria comer mais nada depois das 8 da noite. Adeus happy hour, bem vindo horário de cena europeu.

Mas, nem tudo é má notícia. Sem dúvidas, a coisa mais positiva sobre este sistema é que, além de poupá-la a contar calorias, ele permite cair em tentação. O que Elsa Pataky denomina “cheating day” e Miranda Kerr pratica em sua dieta, nada mais é que contemplar a possibilidade de que nem todos os dias você esteja bem pra cumprir o seu regime. Uma saída com amigas, um jantar mais tarde consequência de uma atividade profissional, uma reunião de família... Há muitas situações que podem arruinar o seu firme propósito de não jantar depois das 8 da noite, mas este costume tão europeu é o que pode fazer diferença. Mesmo que o fim de semana seja fora de mão, você só tem de manter durante a semana de trabalho.

A cronodieta permite “falhar” dois dias. Se conseguir ajustar os outros ao horário restringido, atingirá seus objetivos: perder peso consumindo as mesmas calorias. Pra uma pessoa com sobrepeso, a limitação de horários ajudará com que fique mais em forma, mas não fará milagres. Se certos maus hábitos alimentares não são removidos, alguns problemas podem persistir. No caso de pessoas esbeltas, comer sem restrições (ad libitum = tanto quanto quiser) pode causar um aumento de peso suscetível a se converter em obesidade. Ajustar-se ao horário indicado ajudará a manter-se em forma e a afastará do sobrepeso.

Projetado pra combater e prevenir a obesidade, o estudo foi realizado em ratos saudáveis e com sobrepeso que se alimentaram com comida padrão e rica em gorduras durante 38 semanas. Alguns seguindo a cronodieta e outros sem limitação de tempo. Os resultados confirmaram que o ganho de peso foi mais uma questão de tempo do que da comida. “Nos últimos tempos, os conselhos sobre hábitos alimentares se centram em comer mais saudável, mas muitas pessoas não têm acesso a muitos recursos e, assim, tratam de convencer o individuo que, se não pode comer equilibrado, ao menos, a restrição temporal trará certos benefícios”, declarou um dos médicos responsáveis pelo experimento.

Isso não significa que possamos nos entregar ao junk food com tanto que a gente ingira até às 8 da noite, mas é um bom hábito pra começar. A dieta equilibrada é imprescindível pra uma vida saudável, está comprovado que essas orientações ajudam a prevenir a obesidade e doenças associadas, como diabetes tipo II, problemas cardiovasculares e colesterol alto!

Fonte: Glamour

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

McDonald's revela que batata frita leva 14 ingredientes



Depois de mostrar como são feitos hambúrgueres e nuggets, A gigante rede de fast food resolveu mostrar agora como são feitas as batatas-fritas, um dos itens mais consumidos do seu cardápio.

Entre os ingredientes, estão dois aditivos à base de petróleo: dimetilpolissiloxano, um tipo de silicone não-tóxico usado para evitar que se forme espuma no óleo durante a fritura, e butilhidroquinona (TBHQ), um antioxidante que age na preservação do alimento. Segundo o apresentador, os dois produtos são seguros, têm seu uso justificado e são liberados por autoridades de saúde.

Em seguida, elas são mergulhadas em uma mistura de dextrose - um tipo de açúcar natural - que serve  para manter a cor dourada do alimento após frito, e pirofosfato ácido de sódio, usado para evitar que elas fiquem cinza durante o congelamento. Por fim, o sal entra na mistura.
 
Elas então são fritas pela primeira vez em uma mistura formada por óleo de canola, óleo de soja, óleo de soja hidrogenado, tempero com sabor de carne, trigo hidrolisado, leite hidrolisado, ácido cítrico e o dimetilpolissiloxano, citamos acima.
Nas lojas, elas são fritas mais uma vez em um óleo similar àquele usado na fábrica, mas com um ingrediente extras: butilhidroquinona.

Fonte: Dailymail


terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Suco verde: pode tomar todos os dias?



Afinal, faz mal beber suco verde todos os dias? Não desde que você varie os ingredientes. Para quem tem hipotiroidismo ou histórico da doença na família, existe a recomendação de acrescentar folhas verde-escuras no suco apenas duas vezes por semana, especialmente no caso da couve.

"Quando crua, essa verdura tem ação bociogênica - ou seja, interfere na absorção do iodo, mineral fundamental para a produção dos hormônios tiroidianos", alerta Luciana Harfenist, nutricionista do Rio de Janeiro. Evite ainda misturar muitos itens de uma só vez para que o suco não fique calórico, pesado e com gosto forte. 

Veja os grupos de alimentos que a nutricionista sugere para o preparo da bebida e quantos itens usar de cada um deles.

Folha verde-escura: até dois tipos (couve, rúcula, brócolis, espinafre, agrião).

Fruta: até três tipos (maçã, pera, abacaxi, laranja, limão, mexerica, morango, mirtilo, romã, melão, água de coco).

Legume ou raiz: até dois tipos (cenoura, beterraba, berinjela, inhame, batata-yacon).

Broto, semente ou castanha: um tipo (alfafa, moyashi, linhaça, chia, quinua, amaranto, castanha-do-pará).

Erva fresca: um tipo (hortelã, manjericão). 

Especiaria: um tipo (gengibre, pimenta).

Alga marinha (opcional): um tipo (kombu, spirulina em pó).

Fonte: Revista Boa Forma

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Os benefícios da beterraba na sua dieta


Valor nutricional

Muita gente consome beterraba com a intenção de garantir um bom aporte de ferro ao organismo. Mas essa raiz é fraca nesse mineral, capaz de combater a anemia. Segundo a tabela de alimentos da Universidade Estadual de Campinas, 100 gramas da raiz crua tem 0,3 miligrama do mineral e 0,2 na versão cozida – bem menos que os 2,71 miligramas presentes na mesma quantidade de espinafre cru. Nem por isso ela deixa de ser um superalimento, especialmente para as grávidas e malhadoras. “A beterraba é rica em ácido fólico (importante para a formação do bebê) e outros nutrientes fundamentais”, afirma Patrícia Davidson Haiat, nutricionista do Rio do Janeiro.

Apesar de docinha, a beterraba tem poucas calorias – 43 em uma unidade grande (100 gramas) –, além de conter uma boa quantidade de fibras, que fazem com que a liberação de energia no organismo aconteça aos poucos. Não é só isso. “As fibras solúveis da beterraba reduzem a absorção de glicose e ajudam a manter o bom colesterol”, complementa Patrícia.

Efeitos na pele

Os benefícios à saúde em geral e à pele se devem principalmente às betacianinas – pigmento (ele dá a intensa cor vermelha à raiz) da família das antocianinas. “Vários estudos mostram que o consumo frequente desses compostos, em conjunto com outros antioxidantes, está associado ao aumento da longevidade”, explica Daniela Cierro, nutricionista da Sociedade Brasileira de Personal Diet, em São Paulo. Assim como outros vegetais de coloração avermelhada ou arroxeada (uva, ameixa, figo e repolho-roxo), a beterraba também reforça a imunidade e melhora a circulação, protegendo o coração.

Mais disposição

É entre as pessoas que fazem atividade física que a beterraba faz mais sucesso. Isso porque um estudo da Escola de Medicina da Universidade de Exeter, no Reino Unido, mostrou que a hortaliça tem o poder de oxigenar as células do nosso organismo, tornando o exercício menos cansativo. “Esse efeito é mérito do nitrato, que aumenta a produção de óxido nítrico e, com isso, provoca uma dilatação dos vasos sanguíneos, favorecendo a chegada de nutrientes ao músculo”, explica Patrícia, que orienta consumir o suco de beterraba até uma hora antes do treino. Resultado: mais disposição e força para entrar em forma.



Fonte: Revista Boa Forma

Coxinha fit: aprenda a fazer o salgado mais famoso do Brasil em versão levinha

A coxinha é um dos salgadinhos servidos em festas que mais faz sucesso entre os convidados e está na lista dos mais pedidos em padarias e botecos Brasil a fora. Se só de pensar em abocanhar a massa crocante e o recheio saboroso você já salivou, não precisa sofrer: versões leves foram criadas para serem degustadas sem culpa. Confira a receita da culinarista Lidiane Barbosa e aproveite esta delícia!

Coxinha funcional com frango cremoso

Ingredientes

Massa

200 g de farinha de farinha de grão-de-bico

100 g de fécula de batata

350 ml de caldo de galinha caseiro (aquele que sobra do cozimento do frango)

2 colheres de sopa de óleo de coco

4 colheres de sopa de  farinha de linhaça

Recheio

200 g de frango cozido e desfiado

3 colheres de sopa de molho de tomate caseiro

5 colheres de sopa de creme de tofu

Sal a gosto

Creme de tofu

200 g de tofu sem sal

4 colheres de sopa de azeite de oliva extra virgem

1 pedacinho de alho

 colher de chá de açafrão em pó

Salsinha a gosto

Sal a gosto

Farinha funcional (para empanar)

100 g de quinua em flocos

100 g de gergelim torrado

20 g de semente de linhaça

20 g de semente de chia

Montagem

Azeite de oliva, óleo de coco ou água

Modo de preparo
Bata todos os ingredientes do creme de tofu no liquidificador e acerte o sal se necessário. Também no liquidificador, coloque para bater todos os componentes da farinha funcional. Reserve.

Para o recheio, misture todos os ingredientes e reserve. Preaqueça o forno em temperatura média (180 ºC) por 5 minutos. Adicione a farinha de grão de bico e a fécula de batata peneirada aos poucos mexendo sempre, até formar uma massa homogênea.
 Triture a linhaça e adicione à massa. Ficará uma massa mais durinha que vai soltar do fundo da panela. Não cozinhe muito para que a massa não fique dura.

Pegue um pouco da massa, abra na palma da mão e coloque uma porção do recheio.

Modele as coxinhas, passe no azeite de oliva, óleo de coco ou água, empane-as na farinha funcional e leve ao forno, preaquecido, durante 20 a 25 minutos.

Fonte: Revista Boa Forma